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Anonymous asked: Porque não ira mais postar? Cara acho isso uma injustiça não só ctg, mas com quem gosta das coisas que você escreve. Eu particulamente amo suas frases, seus textos, seus sentimentos. Não precisa ir, se não quiser! Bem, eu só me privei de tornar o que escrevo público pra evitar aborrecimentos. Quem se interessar mais em ler o que escrevo, só precisa conversar comigo. Até porque eu não tenho só esse meu (ex-)blog… DESATIVEI.
O quarto é onde deixo intimidades e brinco com insanidades, escondo medos e guardo desejos. Não é público. Fechado, é onde me abro ao mundo. Seguro, é onde sou vulnerável. Meu quarto e minha mente, portas para o mundo. Qual, não sei. - (Guilherme Rocha)
Não sou de querer muito, se não o que preciso ou me faço precisar. Desejos me preenchem a mente, mas consomem meu aguardo. É árduo. Meu coração, que procura por abrigo, só pede intimidade e compreensão. - (Guilherme Rocha) Os diferentes abrem caminhos, criam opções, sobrevivem da própria independência, enquanto os outros vêm atrás, concorrendo ao título de melhores ou piores em repetições.
(Martha Medeiros) Pereço ao pensar em ti, no que ainda não vivemos e que talvez nem vamos. É sonho, é vontade. De mim, e você.
Pessoas passam, param, marcam e vão embora.
(via youandmejust)
Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que nega, que conhece poucas coisas, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer, que não quer, que também imagina e que sente. Pois, (…) conquanto as coisas que sinto e imagino não sejam talvez absolutamente nada fora de mim e nelas mesmas, estou, entretanto, certo de que essas maneiras de pensar (…) residem e se encontram certamente em mim.
Só precisamos de mais arte. Música, teatro, poesia. Tanto faz. Sem isso o mundo só continua a andar pra trás.
Me perguntaram sobre você e eu disse que não me lembrava. Não me lembrava de você, de nós. Não me lembrava de nada, esqueci tudo que fomos. O tudo que fomos um para o outro. Pancada forte na cabeça? Não, foi no coração. Não causou perda de memória, só uma imensa vontade de abandonar lembranças que não voltam mais. - (Guilherme Rocha) Sou do tipo que não faz o tipo de ninguém.
E se eu sumir?
Tanto me peguei pensando o que nunca achei que voltaria a rodear minha cabeça. Retomando sentimentos passados enquanto acreditava que não seria capaz disso, não ousaria isso. Mas fiz. Não voltei a ser quem eu era, voltei a ser o que nunca fui. Mas que está dentro de mim e não tem como evitar. Não sem ajuda. - (Guilherme Rocha) … mas foi um pequeno grande amor daqueles que têm tamanhos para todos os lados e só podem ser medidos por dentro.
Martha Medeiros. (via meusmelhoressonhos) |